sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Corris Railway
Bilhete Postal
Edições Dalkeith Picture Postcard No. 119 - S/D
" ... The Corris Railway was the first Narrow Gauge railway in Mid-Wales. Built originally in 1859 as a 2' 3" gauge horse-hauled tramroad, steam locomotives arrived in 1878 and passengers were carried from 1883 to 1930. The Railway closed in 1948 and was dismantled soon afterwards.
The Corris Railway Museum opened in 1970 and passenger services recommenced in 2002, with regular steam-hauled services returning in 2005, operated by volunteer members of the Corris Railway Society.
Trains run on the days shown in the Calendar to the right of this screen. The museum is open on these days between 10:30am and 5:30pm and trains leave Corris station on the hour from 11:00am until 4:00pm. The round trip taking 50 minutes, including a guided tour of the 136-year old engine shed and workshops at Maespoeth. No single tickets are issued as under planning requirements all journeys must start and end at Corris Station..."
Transcrito de http://www.corris.co.uk/
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Corris Railway
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
18 para a Foz
Bilhete Postal
Edições LBV - Porto - S.D.
Museu do Carro Elétrico
"...O Museu do Carro Eléctrico assume como sua missão preservar, conservar e interpretar, em benefício do público, espécies e artefactos ilustrativos e representativos da história e desenvolvimento dos transportes públicos urbanos sobre carris da cidade do Porto. Através da investigação e da exposição das suas colecções, da organização de exposições e programas de índole cultural o Museu do Carro Eléctrico proporciona aos seus públicos a oportunidade de aprender, experimentar e conhecer de perto a história, o desenvolvimento e o impacto sócio-económico dos transportes públicos sobre carris da cidade do Porto.
Através dos seus serviços, os públicos podem usufruir de experiências enriquecedoras e, simultaneamente emocionantes, assim como podem estudar e observar mais profundamente as suas colecções. Para isso, estão disponíveis ao público, mediante marcação, os Serviços Educativos, o Serviço de Gestão de Colecções e um Centro de Documentação dedicado à história da cidade do Porto e ao desenvolvimento dos transportes urbanos...."
Através dos seus serviços, os públicos podem usufruir de experiências enriquecedoras e, simultaneamente emocionantes, assim como podem estudar e observar mais profundamente as suas colecções. Para isso, estão disponíveis ao público, mediante marcação, os Serviços Educativos, o Serviço de Gestão de Colecções e um Centro de Documentação dedicado à história da cidade do Porto e ao desenvolvimento dos transportes urbanos...."
Transcrito de http://www.museudocarroelectrico.pt/default.aspx
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Eléctrico,
Museu do Carro Eléctrico,
STCP
Local:
Porto, Portugal
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Estação da Trindade
Bilhete Postal
APAC - Associação Portuguesa dos Amigos dos Caminhos de Ferro - Foto 1973
"Foi integrada desde 1938 na Linha do Porto à Póvoa e Famalicão (conhecida por Linha da Póvoa) e da Linha de Guimarães da CP sendo a estação terminal de ambas as linhas. Daqui chegavam e partiam comboios com destino a Vila do Conde, Póvoa de Varzim, Vila Nova de Famalicão, Maia e Guimarães.
A 28 de abril de 2001 o troço de caminho-de-ferro entre a Trindade e Senhora da Hora assim como o edifício principal da estação encerraram ao público, para reconversão em bitola europeia para futura exploração a cargo da Metro do Porto. O restante traçado (linhas da CP para a Póvoa de Varzim e para Guimarães), também entregue à mesma empresa, só foi encerrado a 23 de fevereiro de 2002. A estação foi demolida em 2001."
Transcrito de http://pt.wikipedia.org/wiki/Esta%C3%A7%C3%A3o_Trindade_%28Metro_do_Porto%29
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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Vindima em tons de Azul
Bilhete Postal
Nunes de Almeida Editores - Portugal - S/D
Estação do Pinhão
“... A Estação do Pinhão, localizada na margem direita do rio Douro, junto à confluência com o rio Pinhão, é um belo exemplar da arquitectura ferroviária portuguesa. Os painéis de azulejos foram encomendados em 1937 à Fábrica Aleluia, de Aveiro, para revestir as fachadas no intervalo dos vãos do piso térreo. Foram pintados pelo artista J. Oliveira a partir de registos fotográficos sobre a região demarcada do Douro e representam paisagens, fainas agrícolas e costumes desta região vinhateira.
A estação ferroviária do Pinhão tem sido uma excepção entre as cerca de vinte existentes na linha do Douro a montante da Régua. A maioria está votada ao completo abandono, com visíveis sinais de destruição. É o exemplo da estação do Ferrão, que servia as gentes do concelho de Sabrosa, e em Miguel Torga se inspirou nos anos 60 para escrever o livro de poesia Vindima. Hoje está totalmente abandonada e degradada.
Mas a estação de do Pinhão é desde a sua inauguração, no século XIX, umas das mais importantes da linha do Douro, sendo outrora um local de encontro na região e, actualmente, a porta de entrada na região demarcada do Douro, cuja paisagem foi classificada pela UNESCO como património cultural da Humanidade.
Durante alguns anos em decadência, a estação do Pinhão viu revitalizada a sua operacionalidade quando em Junho de 2008 a Refer estabeleceu um protocolo com a Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, do Grupo Amorim, tendo sido instalada nos 460 metros quadrados disponibilizados pela entidade ferroviária uma Wine House. O projecto da família Amorim veio dar nova vida aos espaços desactivados, No edifício principal da estação foi criada uma loja para provar e adquirir os vinhos do Douro, chás de ervas locais, azeite, compotas e mel. No primeiro andar, a antiga residência do chefe de estação, existe uma sala para eventos, recitais de musica, tertúlias, jantares vínicos etc,.
O grupo Amorim recuperou três casas dos antigos manobradores da
estação e ali integrou um grupo museológico que contempla todo o
ciclo do vinho, desde a viticultura à enologia, passando pela
tanoaria e laboratório. ...“
Transcrito de http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1753184&seccao=Norte
Local:
5085-037 Pinhão, Portugal
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Jardim Zoológico de Lisboa
Bilhete Postal
Jardim Zoológico de Lisboa - Portugal - 1993
"A missão do Jardim Zoológico é desenvolver e
promover um parque, tanto zoológico como botânico, como um centro de
conservação, reprodução e reintrodução no habitat natural de espécies em
vias de extinção, através da investigação científica e de programas de
enriquecimento ambiental.
Promover este espaço em que aliada à educação está uma forte componente de entretenimento e diversão.
Como membro das principais instituições dedicadas à conservação das espécies e seus habitats - WAZA (Associação Mundial de Zoos e Aquários) e da EAZA (a Associação Europeia de Zoos e Aquários), entre tantas outras organizações - o Jardim Zoológico pretende alcançar e manter os mais altos padrões de bem-estar animal e de reprodução das espécies que mantém ao seu cuidado. Isto, enquanto dá a conhecer aos seus visitantes a importância da conservação da biodiversidade.
Conservar, Educar e Investigar são pilares da ação do Jardim Zoológico."
Transcrito de http://www.zoo.pt/site/index.php
Promover este espaço em que aliada à educação está uma forte componente de entretenimento e diversão.
Como membro das principais instituições dedicadas à conservação das espécies e seus habitats - WAZA (Associação Mundial de Zoos e Aquários) e da EAZA (a Associação Europeia de Zoos e Aquários), entre tantas outras organizações - o Jardim Zoológico pretende alcançar e manter os mais altos padrões de bem-estar animal e de reprodução das espécies que mantém ao seu cuidado. Isto, enquanto dá a conhecer aos seus visitantes a importância da conservação da biodiversidade.
Conservar, Educar e Investigar são pilares da ação do Jardim Zoológico."
Transcrito de http://www.zoo.pt/site/index.php
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Comboio - Fantasma para o Oriente
Bilhete Postal
Kalka - Shimala Railway - India - S/D
Comboio - Fantasma para o Oriente
"Trinta anos depois de ter escrito O Grande Bazar Ferroviário (publicado pela Quetzal na sequência de O Velho Expresso da Patagónia),
Paul Theroux revisita os lugares da sua grande viagem pela Ásia - e
encontra um mundo em mudança acelerada. A viagem deste livro reconstitui
um mapa prodigioso: o da antiga União Soviética, percorrendo a Geórgia
ou o Azerbaijão, visitando o escritor e prémio Nobel Orhan Pamuk na
Turquia, sobrevivendo ao comboio transiberiano, respirando o pó nas
estradas do Paquistão até chegar à índia e, depois, à Tailândia, à
Birmânia e ao Laos, antes de cruzar as rotas da China para chegar ao
Japão.
Esse trajecto é literário, pessoal e um exemplo superior de reportagem sobre as mudanças que recolocaram a Ásia no nosso mundo. Mais do que isso, é um roteiro devorado pela curiosidade, pela paixão da viagem e do conhecimento - e pela inspiração que atravessa os livros de Paul Theroux como uma ventania de beleza e disponibilidade, dialogando com todos os lugares que vai conhecendo. Com Comboio-Fantasma para o Oriente, Paul Theroux confirma o seu lugar como o mais talentoso e criativo «escritor de viagens» do nosso tempo."
Etiquetas:
India,
Paul Theroux,
Postcrossing
Local:
Kalka, Haryana, India
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Estação de S. Bento
Portugal - S/D
Estação de São Bento
Início do projecto 1896
Data de início da obra 1903
Data de inauguração 1916
Classificação como Imóvel de Interesse Público 1997 (Dec. nº 67/97, de 31 de Dezembro)
"O projecto da Estação de São Bento começou em Paris, quando Marques da Silva, com o seu habitual sentido pragmático, escolheu o tema Gare Central para elaborar o seu trabalho de final de curso. Essa escolha era compreensível, não apenas pela ambição da cidade do Porto em construir esse equipamento, mas também se tivermos em conta que Victor Laloux, o seu mestre na École des Beaux-Arts, foi o arquitecto da gare de Tours e, em Paris, da Gare d’Orsay, obra maior da cultura beaux-arts.
A chegada da linha de caminho-de-ferro ao centro da cidade do Porto tinha sido precedida de várias hesitações. Para que ela fosse possível, para além da abertura do túnel de ligação à encosta dos Guindais, foi necessário demolir o Convento de Ave-Maria que ocupava o lugar das terraplanagens imprescindíveis para as plataformas de embarque. As infra-estruturas ficaram concluídas em Novembro de 1896 e nessa data chegou o primeiro comboio a São Bento, ainda sem gare. Em Dezembro desse mesmo ano, Marques da Silva defendeu o seu projecto académico em Paris e obteve o título de Arquitecto Diplomado pelo Governo Francês.
Regressado ao Porto, com um novo estatuto, Marques da Silva expôs o seu projecto em Maio de 1897, nos Paços do Concelho, obtendo um bom acolhimento público da sua proposta formal. Essa publicidade permitiu-lhe dirigir-se aos responsáveis pelas Obras Públicas sugerindo que o encarregassem do projecto para a gare que se teria de construir em São Bento. Para verificar a viabilidade da encomenda, foi pedido a Marques da Silva que apresentasse um projecto detalhado. Isso permitiu-lhe reformular os desenhos académicos e adaptá-los às circunstâncias construtivas e às particularidades específicas de São Bento. Após algumas hesitações políticas, em Setembro de 1899 foi-lhe finalmente adjudicado o projecto, sendo remunerado pelo trabalho a fazer e também pelas propostas que já tinha apresentado.
Durante alguns anos Marques da Silva desenvolveu várias versões de um primeiro projecto, reagindo aos sucessivos pareceres das várias comissões a que se submetiam os desenhos. Esse primeiro projecto, nas suas várias versões, caracteriza-se pela presença da grande nave metálica na composição da fachada principal. As principais questões em debate sobre os desenhos consistiam na disposição do serviço dos Correios e Telégrafos, anexo aos serviços de passageiros e bagagens, e em dúvidas sobre as metodologias de execução e concepção da estrutura metálica. Desde os desenhos iniciais era explícita a adopção de uma forma em U, com entrada central através da frente mais extensa e orientada para a Praça Almeida Garrett, de topo relativamente à orientação das linhas dos comboios.
Em 1903 começaram as obras de construção do edifício, seguindo um novo projecto que Marques da Silva entregou em Março desse ano. Ainda que tenha sido sujeito a alterações e ajustes posteriores, foi esse projecto que caracterizou os elementos fundamentais da Estação de São Bento tal como a conhecemos hoje, nomeadamente a opção de construir um grande vestíbulo independente da cobertura metálica das plataformas de embarque.
Com vários atropelos às suas competências como arquitecto, tendo inclusive chegado a ser dispensado da direcção das obras em 1909, a obra foi seguindo o seu curso. Em 1911 Marques da Silva projectou a Estação de Correios e Telégrafos que resolvia a relação do edifício com a rua do Loureiro e que nunca chegou a ser construída. Essa encomenda não significou o acréscimo da sua autoridade sobre a execução do projecto de que foi autor, pela qual continuou a batalhar até 1916. Nesse ano a obra da Estação ficou finalmente concluída e o hall da estação, com azulejos de Jorge Colaço, foi inaugurado nos festejos do sexto aniversário da República.
Da origem académica à expressão final da obra construída, a Estação de São Bento é um exemplo paradigmático da arquitectura beaux-arts. A composição da planta, ditada por uma lógica funcional objectiva, rege-se por um sistema de eixos ortogonais sobre o qual assentam volumes com uma unidade construtiva específica. À conjunção dessa massa volumétrica articulada o desenho confere um carácter coerente baseado num princípio decorativo específico. Neste caso, a materialidade do granito constitui-se como uma massa monumental onde as janelas e portarias, mais do que transparências, funcionam como perfurações num edifício compacto. Terá sido esse, eventualmente, o carácter mais original da Estação que, como monumento formador da identidade urbana, introduziu nas práticas construtivas da cidade um gosto inédito."
Data de início da obra 1903
Data de inauguração 1916
Classificação como Imóvel de Interesse Público 1997 (Dec. nº 67/97, de 31 de Dezembro)
"O projecto da Estação de São Bento começou em Paris, quando Marques da Silva, com o seu habitual sentido pragmático, escolheu o tema Gare Central para elaborar o seu trabalho de final de curso. Essa escolha era compreensível, não apenas pela ambição da cidade do Porto em construir esse equipamento, mas também se tivermos em conta que Victor Laloux, o seu mestre na École des Beaux-Arts, foi o arquitecto da gare de Tours e, em Paris, da Gare d’Orsay, obra maior da cultura beaux-arts.
A chegada da linha de caminho-de-ferro ao centro da cidade do Porto tinha sido precedida de várias hesitações. Para que ela fosse possível, para além da abertura do túnel de ligação à encosta dos Guindais, foi necessário demolir o Convento de Ave-Maria que ocupava o lugar das terraplanagens imprescindíveis para as plataformas de embarque. As infra-estruturas ficaram concluídas em Novembro de 1896 e nessa data chegou o primeiro comboio a São Bento, ainda sem gare. Em Dezembro desse mesmo ano, Marques da Silva defendeu o seu projecto académico em Paris e obteve o título de Arquitecto Diplomado pelo Governo Francês.
Regressado ao Porto, com um novo estatuto, Marques da Silva expôs o seu projecto em Maio de 1897, nos Paços do Concelho, obtendo um bom acolhimento público da sua proposta formal. Essa publicidade permitiu-lhe dirigir-se aos responsáveis pelas Obras Públicas sugerindo que o encarregassem do projecto para a gare que se teria de construir em São Bento. Para verificar a viabilidade da encomenda, foi pedido a Marques da Silva que apresentasse um projecto detalhado. Isso permitiu-lhe reformular os desenhos académicos e adaptá-los às circunstâncias construtivas e às particularidades específicas de São Bento. Após algumas hesitações políticas, em Setembro de 1899 foi-lhe finalmente adjudicado o projecto, sendo remunerado pelo trabalho a fazer e também pelas propostas que já tinha apresentado.
Durante alguns anos Marques da Silva desenvolveu várias versões de um primeiro projecto, reagindo aos sucessivos pareceres das várias comissões a que se submetiam os desenhos. Esse primeiro projecto, nas suas várias versões, caracteriza-se pela presença da grande nave metálica na composição da fachada principal. As principais questões em debate sobre os desenhos consistiam na disposição do serviço dos Correios e Telégrafos, anexo aos serviços de passageiros e bagagens, e em dúvidas sobre as metodologias de execução e concepção da estrutura metálica. Desde os desenhos iniciais era explícita a adopção de uma forma em U, com entrada central através da frente mais extensa e orientada para a Praça Almeida Garrett, de topo relativamente à orientação das linhas dos comboios.
Em 1903 começaram as obras de construção do edifício, seguindo um novo projecto que Marques da Silva entregou em Março desse ano. Ainda que tenha sido sujeito a alterações e ajustes posteriores, foi esse projecto que caracterizou os elementos fundamentais da Estação de São Bento tal como a conhecemos hoje, nomeadamente a opção de construir um grande vestíbulo independente da cobertura metálica das plataformas de embarque.
Com vários atropelos às suas competências como arquitecto, tendo inclusive chegado a ser dispensado da direcção das obras em 1909, a obra foi seguindo o seu curso. Em 1911 Marques da Silva projectou a Estação de Correios e Telégrafos que resolvia a relação do edifício com a rua do Loureiro e que nunca chegou a ser construída. Essa encomenda não significou o acréscimo da sua autoridade sobre a execução do projecto de que foi autor, pela qual continuou a batalhar até 1916. Nesse ano a obra da Estação ficou finalmente concluída e o hall da estação, com azulejos de Jorge Colaço, foi inaugurado nos festejos do sexto aniversário da República.
Da origem académica à expressão final da obra construída, a Estação de São Bento é um exemplo paradigmático da arquitectura beaux-arts. A composição da planta, ditada por uma lógica funcional objectiva, rege-se por um sistema de eixos ortogonais sobre o qual assentam volumes com uma unidade construtiva específica. À conjunção dessa massa volumétrica articulada o desenho confere um carácter coerente baseado num princípio decorativo específico. Neste caso, a materialidade do granito constitui-se como uma massa monumental onde as janelas e portarias, mais do que transparências, funcionam como perfurações num edifício compacto. Terá sido esse, eventualmente, o carácter mais original da Estação que, como monumento formador da identidade urbana, introduziu nas práticas construtivas da cidade um gosto inédito."
Transcrito de http://fims.up.pt/index.php?cat=2&subcat=8&proj=2
Local:
Porto, Portugal
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