segunda-feira, 19 de março de 2018
Ecos da Cave
Etiquetas:
Ecos da Cave,
Santo Tirso
Local:
4780 Santo Tirso, Portugal
sexta-feira, 16 de março de 2018
Se conduzir não beba
Local:
Astúrias, Asturias, Espanha
quarta-feira, 14 de março de 2018
Santo Ildefonso
Edição: Edições 19 Abril - Lisboa - 2009
Igreja de Santo Ildefonso
Igreja de Santo Ildefonso
"Está localizada na Praça da Batalha, freguesia de Santo Ildefonso, no centro da cidade do Porto, em Portugal.
A igreja foi reconstruída a partir de 1730, por se encontrar em
ruínas a primeira igreja, e ficou concluída em 1739, sendo dedicada a Santo Ildefonso de Toledo.
A fachada é composta por duas torres sineiras com dentilhões nas
cornijas, rematadas em cada face por esferas e frontões de fantasia. Por
cima do entablamento ergue-se o nicho do padroeiro. Guarnecem as
paredes azulejos de Jorge Colaço (1932), com cenas da vida de Santo Ildefonso e alegorias da Eucaristia.
A nave é de tipo poligonal em estilo proto-barroco, com tecto em madeira e estuques ornamentais repetidos nas paredes. Os altares laterais são obras neo-clássicas e os colaterais são de talha rococó. O retábulo em talha barroca é rococó da segunda metade do século XVIII."
Retirado de Igreja_de_Santo_Ildefonso em 14/03/2018
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Igreja de Santo Ildefonso
quinta-feira, 8 de março de 2018
Não hoje ... todos os dias
Edição: bcZona - Barcelona - S/D
as mulheres lutar contra ...
...
A violência contra as mulheres é um
fenómeno complexo e multidimensional, que atravessa classes sociais,
idades e regiões, e tem contado com reacções de não reacção e
passividade por parte das mulheres, colocando-as na procura de soluções
informais e/ou conformistas, tendo sido muita a relutância em levar este
tipo de conflitos para o espaço público, onde durante muito tempo foram
silenciados.
A reacção de cada mulher à sua situação
de vitimação é única. Estas reacções devem ser encaradas como mecanismos
de sobrevivência psicológica que, cada uma, acciona de maneira
diferente para suportar a vitimação.
Muitas mulheres não consideram os maus-tratos a que são sujeitas, o sequestro, o dano, a injúria, a difamação ou a coacção sexual e a violação por parte dos cônjuges ou companheiros como crimes.
As mulheres encontram-se, na maior parte dos casos, em situações de violência doméstica pelo domínio e controlo que os seus agressores exercem sobre elas através de variadíssimos mecanismos, tais como: isolamento relacional; o exercício de violência física e psicológica; a intimidação; o domínio económico, entre outros.
A violência doméstica não pode ser vista
como um destino que a mulher tem que aceitar passivamente. O destino
sobre a sua própria vida pertence-lhe, deve ser ela a decidi-lo, sem ter
que aceitar resignadamente a violência que não a realiza enquanto
pessoa.
... "
Retirado de APAV em 08/03/2018
quarta-feira, 7 de março de 2018
Maria Fumaça
terça-feira, 6 de março de 2018
Museu do Carro Eléctrico
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Museu do Carro Eléctrico
quinta-feira, 1 de março de 2018
Aguarela
Edição: Pelouro da Cultura da Junta de Freguesia de Rio Tinto - Rio Tinto - 1998
Ferreira da Silva
| " | |
Nome Completo:Manuel Ferreira da Silva
Concelho:Gondomar
Naturalidade:Campanhã, Porto
Data Nascimento:1937-12-27
Biografia:Engenheiro técnico, aguarelista, autodidacta.
Ferreira da Silva é natural de
Campanhã, mas reside em Rio Tinto há cerca de 40 anos. Porém, devido à
sua anterior residência, Rua da Ranha, Campanhã, teve desde a sua
infância pleno contacto com a freguesia de Rio Tinto, pela sua
proximidade.
Academicamente é engenheiro técnico,
formado em Electrotecnia e Máquinas, pelo antigo Instituto Industrial do
Porto. Profissionalmente, sempre exerceu actividades relacionadas com o
seu curso e distante das artes que actualmente cultiva.
A sua vocação para a pintura só se manifestou a partir dos 50 anos de idade. Desde então tem deixado correr através da pintura a sua criatividade, como se fosse uma espécie de passatempo preferido. Assim, encontrou na arte uma forma de preencher o seu tempo de ócio, deixando extravasar a sua sensibilidade, e não com objectivos comerciais. No campo da arte, não assinala qualquer frequência de aulas de pintura. É um autodidacta. Cultiva sobretudo a aguarela e prefere os temas que visualiza na cidade que escolheu para viver. Expôs individualmente pela primeira vez na antiga galeria de “O Primeiro de Janeiro”, do Porto, que ficava em Santa Catarina. Aconteceu em 1989 e, desde então, já realizou várias exposições. Colectivamente participou em diversas mostras, entre as quais a da Vila de Moreira da Maia, onde foi distinguido com o Prémio 11º Encontro com a Arte. Participou ainda na exposição colectiva do Concurso de Pintura de Lúmen, onde obteve o 1º Prémio. As suas aguarelas, entre outros temas, retratam aspectos da cidade de Rio Tinto. Por isso uma sua aguarela sobre a Igreja e espaço envolvente foi escolhida para ilustrar a capa da Monografia de Rio Tinto, mais propriamente Rio Tinto - Apontamentos Monográficos, da autoria de seis professores de História da Escola EB2/3 de Rio Tinto, publicada pela Junta de Freguesia em 1999. As suas aguarelas interpretativas de monumentos e paisagens locais também foram seleccionadas para as colecções de postais com motivos alusivos a Rio Tinto e Baguim do Monte, aguarelas relativas à Cidade de Rio Tinto. " | |
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Aguarela,
Ferreira da Silva,
Letras&Artes
Local:
4435 Rio Tinto, Portugal
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
Táxi
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táxi
Local:
Londres, Reino Unido
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018
Sra D'Agonia
Desfile da Mordomia - Romaria Sra D'Agonia 2017
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Sra D'Agonia
Local:
Viana do Castelo, Portugal
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
Porto 2001
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2001 Porto Capital Europeia da Cultura
Local:
Porto, Portugal
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
A todo o vapor
Editor: Dalkeith - Reino Unido - S/D
George Stephenson
" (Wylam, Northumberland, 9 de junho de 1781 — Tapton House, Chesterfield, Derbyshire, 12 de agosto de 1848) foi um engenheiro civil e engenheiro mecânico inglês.
Projetou a famosa e histórica locomotiva a vapor, sendo conhecido como o pai dos caminhos de ferro britânicos.
George Stephenson nasceu em Wylam, Northumberland, 15 km a oeste de Newcastle upon Tyne. Ele era o segundo filho de Robert e Mabel Stephenson, nenhum deles sabia ler nem escrever. Robert trabalhou como operador de máquinas a vapor numa mina de carvão em Wylam, ganhando um salário muito baixo, não havendo assim dinheiro para a sua educação.
Stephenson projectou a sua primeira locomotiva em 1814. A máquina foi batizada de Blucher
e destinava-se ao transporte de carvão dentro da mina; tinha capacidade
para transportar 30 toneladas e foi a primeira locomotiva a usar rodas
com rebordos que a impediam de sair dos carris.
O seu sucesso foi tal que Stephenson foi convidado para construir uma
ferrovia de 13 Km entre Hetton e Sunderland. Esta ferrovia usava a gravidade
para mover a carga nos percursos inclinados e locomotivas para as
partes planas e subidas e foi a primeira linha-férrea que não usava
nenhum tipo de energia animal.
Em 1821 foi feito um projecto para a construção da linha-férrea entre Darlington e Stockton-on-Tees. Originalmente o projecto previa a utilização de cavalos para o transporte do carvão sobre carris de metal, mas numa reunião com o director da empresa, Stephenson convenceu-o a mudar de planos.
Entre 1822 e 1825 construiu a sua primeira locomotiva, a qual chamou ‘’Active’’ e mais tarde renomeou ‘’Locomotion’’. A linha-férrea foi inaugurada em 27 de Setembro de 1825. Conduzida por Stephenson, a ‘’Locomotion’’ transportou 80 toneladas de carvão
e demorou 2 horas para percorrer o trajecto de 15 quilómetros, tendo
chegado a atingir os 39 Km/hora numa parte do troço. A primeira
carruagem desenhada para transporte de passageiros, chamava-se
‘’Experiment’’ e foi também atrelada ao comboio.
Foi a primeira vez que
passageiros foram transportados num veículo propulsionado por uma
locomotiva a vapor.
Durante a construção da linha, Stephenson reparou que por muito
pequenas que fossem as subidas no percurso, a velocidade do comboio
diminuía drasticamente e que as descidas, tornavam os travões
completamente inúteis, dado que estes não conseguiam fazer parar o
comboio. Por isso, chegou à conclusão que as linhas-férreas, deveriam
ter um percurso o mais plano possível. Quando fez as linhas-férreas (Bolton – Leigh) e (Liverpool – Manchester),
esses conhecimentos levaram-no a fazer uma série de terraplanagens e a
construir viadutos em pedra, de forma a tornar os percursos mais suaves.
À medida que a construção da ferrovia Liverpool-Manchester se
aproximava do fim, os seus directores organizaram uma competição
destinada para decidir quem iria construir as locomotivas para operarem
na linha. A corrida teve lugar em Outubro de 1829. A ‘’Rocket’’ de
Stephenson teve uma performance impressionante e ganhou a corrida,
tornando-se sem sombra de dúvida, a máquina mais famosa do mundo.
A cerimónia de abertura da linha Liverpool-Manchester foi um evento
memorável, contou com a presença de ilustres figuras do governo e da
indústria, entre elas, o primeiro-ministro e Duque de Wellington, Arthur Wellesley. O dia ficou estragado pela morte de William Huskisson,
membro do parlamento de Liverpool, que foi atingido e morto pela
‘’Rocket’’, mas o sucesso do caminho-de-ferro foi estrondoso. Stephenson
tornou-se um homem muito famoso, tendo-lhe sido oferecido o lugar de
engenheiro-chefe em diversas linhas-férreas.
Morreu em 12 de agosto de 1848 em Chesterfield, Inglaterra."
Retirado de https://pt.wikipedia.org/wiki/George_Stephenson em 19/02/18
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George Stephenson
Local:
Reino Unido
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
Salvar Preservar
Edição: Movimento Cívico de Salvaguarda do Património Ferroviário do Barreiro - Barreiro - 2013
Diário da República, 2.ª série — N.º 30 — 12 de fevereiro de 2018
CULTURA
Direção-Geral do
Património Cultural
Anúncio n.º 22/2018
Abertura do procedimento de classificação
do Complexo Ferroviário do Barreiro, constituído pelos edifícios das Oficinas
do Caminho -de -Ferro (Estação Primitiva), a Estação Ferroviária e Fluvial do
Sul e Sueste, a Rotunda das Máquinas Locomotivas, o Bairro Ferroviário e seis locomotivas,
um loco-trator, uma automotora e três carruagens, no Barreiro, União das Freguesias
do Barreiro e Lavradio, concelho do Barreiro, distrito de Setúbal.
1 — Nos termos do n.º 2 do artigo
9.º do Decreto -Lei n.º 309/2009, de 23 de outubro, faço público que, por meu
despacho de 25 de setembro de 2017, exarado sobre parecer da Secção do
Património Arquitetónico e Arqueológico do Conselho Nacional de Cultura, foi
determinada a abertura do procedimento de classificação do Complexo Ferroviário
do Barreiro, constituído pelos edifícios das Oficinas do Caminho-de-Ferro (Estação
Primitiva), a Estação Ferroviária e Fluvial do Sul e Sueste, a Rotunda das
Máquinas Locomotivas, o Bairro Ferroviário e seis locomotivas, um loco -trator,
uma automotora e três carruagens, no Barreiro, União das Freguesias do Barreiro
e Lavradio, concelho do Barreiro, distrito de Setúbal.
2 — O referido conjunto está em
vias de classificação, de acordo com o n.º 5 do artigo 25.º da Lei n.º
107/2001, de 8 de setembro.
3 — O conjunto em vias de
classificação e os bens imóveis localizados na zona geral de proteção (50
metros contados a partir dos seus limites externos) ficam abrangidos pelas
disposições legais em vigor, designadamente, os artigos 32.º, 34.º, 36.º, 37.º,
42.º, 43.º e 45.º da referida lei, e o n.º 2 do artigo 14.º e o artigo 51.º do referido
decreto -lei.
4 — Nos termos do artigo 11.º do
referido decreto-lei, os elementos relevantes do processo (fundamentação,
despacho, planta do conjunto em vias de classificação e da respetiva zona geral
de proteção) estão disponíveis nas páginas eletrónicas dos seguintes
organismos:
a) Direção -Geral do Património
Cultural, www.patrimoniocultural.pt (Património/Classificação de Bens Imóveis eFixação de ZEP/Despachos de Abertura e de Arquivamento/ Ano em curso)
b) Câmara Municipal do Barreiro,
www.cm -barreiro.pt
5 — O interessado poderá reclamar
ou interpor recurso hierárquico do ato que decide a abertura do procedimento de
classificação, nos termos e condições estabelecidas no Código do Procedimento
Administrativo, sem prejuízo da possibilidade de impugnação contenciosa.
5 de dezembro de 2017.- A Diretora -Geral do Património Cultural, Paula
Araújo da Silva.
Etiquetas:
Anúncio n.º 22/2018,
DGPC,
DR
Local:
Barreiro, Portugal
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
Gentes e Memórias
Caminho de Ferro Gentes e Memórias
Título:Caminho-de-Ferro: Gentes e Memórias
Coordenadora: Judith Borges
Edição: Clube do Colecionador dos Correios
Design: Sofia Martins / Folk Design
Formato: 24,5 X 24,5 cm
Tiragem:4700
Nº de Páginas: 276
ISBN:978-972-8968-88-5
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