quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Táxi



Edição: Kardorama - Londres - S/D

London Cab

 

 

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Sra D'Agonia



Edição: Oliva - Máquina de Costura de Portugal - ? - S/D

 

Desfile da Mordomia - Romaria Sra D'Agonia 2017

 


quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Porto 2001








Edição: CTT Correios - ? - 2001

2001 Porto Capital Europeia da Cultura


quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

A todo o vapor







Editor: Dalkeith - Reino Unido - S/D

George Stephenson


Projetou a famosa e histórica locomotiva a vapor, sendo conhecido como o pai dos caminhos de ferro britânicos.

George Stephenson nasceu em Wylam, Northumberland, 15 km a oeste de Newcastle upon Tyne. Ele era o segundo filho de Robert e Mabel Stephenson, nenhum deles sabia ler nem escrever. Robert trabalhou como operador de máquinas a vapor numa mina de carvão em Wylam, ganhando um salário muito baixo, não havendo assim dinheiro para a sua educação.

Stephenson projectou a sua primeira locomotiva em 1814. A máquina foi batizada de Blucher e destinava-se ao transporte de carvão dentro da mina; tinha capacidade para transportar 30 toneladas e foi a primeira locomotiva a usar rodas com rebordos que a impediam de sair dos carris.

O seu sucesso foi tal que Stephenson foi convidado para construir uma ferrovia de 13 Km entre Hetton e Sunderland. Esta ferrovia usava a gravidade para mover a carga nos percursos inclinados e locomotivas para as partes planas e subidas e foi a primeira linha-férrea que não usava nenhum tipo de energia animal.
Em 1821 foi feito um projecto para a construção da linha-férrea entre Darlington e Stockton-on-Tees. Originalmente o projecto previa a utilização de cavalos para o transporte do carvão sobre carris de metal, mas numa reunião com o director da empresa, Stephenson convenceu-o a mudar de planos.

Entre 1822 e 1825 construiu a sua primeira locomotiva, a qual chamou ‘’Active’’ e mais tarde renomeou ‘’Locomotion’’. A linha-férrea foi inaugurada em 27 de Setembro de 1825. Conduzida por Stephenson, a ‘’Locomotion’’ transportou 80 toneladas de carvão e demorou 2 horas para percorrer o trajecto de 15 quilómetros, tendo chegado a atingir os 39 Km/hora numa parte do troço. A primeira carruagem desenhada para transporte de passageiros, chamava-se ‘’Experiment’’ e foi também atrelada ao comboio. 

Foi a primeira vez que passageiros foram transportados num veículo propulsionado por uma locomotiva a vapor.

Durante a construção da linha, Stephenson reparou que por muito pequenas que fossem as subidas no percurso, a velocidade do comboio diminuía drasticamente e que as descidas, tornavam os travões completamente inúteis, dado que estes não conseguiam fazer parar o comboio. Por isso, chegou à conclusão que as linhas-férreas, deveriam ter um percurso o mais plano possível. Quando fez as linhas-férreas (BoltonLeigh) e (LiverpoolManchester), esses conhecimentos levaram-no a fazer uma série de terraplanagens e a construir viadutos em pedra, de forma a tornar os percursos mais suaves.

À medida que a construção da ferrovia Liverpool-Manchester se aproximava do fim, os seus directores organizaram uma competição destinada para decidir quem iria construir as locomotivas para operarem na linha. A corrida teve lugar em Outubro de 1829. A ‘’Rocket’’ de Stephenson teve uma performance impressionante e ganhou a corrida, tornando-se sem sombra de dúvida, a máquina mais famosa do mundo.

A cerimónia de abertura da linha Liverpool-Manchester foi um evento memorável, contou com a presença de ilustres figuras do governo e da indústria, entre elas, o primeiro-ministro e Duque de Wellington, Arthur Wellesley. O dia ficou estragado pela morte de William Huskisson, membro do parlamento de Liverpool, que foi atingido e morto pela ‘’Rocket’’, mas o sucesso do caminho-de-ferro foi estrondoso. Stephenson tornou-se um homem muito famoso, tendo-lhe sido oferecido o lugar de engenheiro-chefe em diversas linhas-férreas.

Morreu em 12 de agosto de 1848 em Chesterfield, Inglaterra."

Retirado de https://pt.wikipedia.org/wiki/George_Stephenson em 19/02/18

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Salvar Preservar










Edição: Movimento Cívico de Salvaguarda do Património Ferroviário do Barreiro - Barreiro - 2013


 Diário da República, 2.ª série — N.º 30 — 12 de fevereiro de 2018

CULTURA

Direção-Geral do Património Cultural

Anúncio n.º 22/2018

Abertura do procedimento de classificação do Complexo Ferroviário do Barreiro, constituído pelos edifícios das Oficinas do Caminho -de -Ferro (Estação Primitiva), a Estação Ferroviária e Fluvial do Sul e Sueste, a Rotunda das Máquinas Locomotivas, o Bairro Ferroviário e seis locomotivas, um loco-trator, uma automotora e três carruagens, no Barreiro, União das Freguesias do Barreiro e Lavradio, concelho do Barreiro, distrito de Setúbal.

1 — Nos termos do n.º 2 do artigo 9.º do Decreto -Lei n.º 309/2009, de 23 de outubro, faço público que, por meu despacho de 25 de setembro de 2017, exarado sobre parecer da Secção do Património Arquitetónico e Arqueológico do Conselho Nacional de Cultura, foi determinada a abertura do procedimento de classificação do Complexo Ferroviário do Barreiro, constituído pelos edifícios das Oficinas do Caminho-de-Ferro (Estação Primitiva), a Estação Ferroviária e Fluvial do Sul e Sueste, a Rotunda das Máquinas Locomotivas, o Bairro Ferroviário e seis locomotivas, um loco -trator, uma automotora e três carruagens, no Barreiro, União das Freguesias do Barreiro e Lavradio, concelho do Barreiro, distrito de Setúbal.

2 — O referido conjunto está em vias de classificação, de acordo com o n.º 5 do artigo 25.º da Lei n.º 107/2001, de 8 de setembro.

3 — O conjunto em vias de classificação e os bens imóveis localizados na zona geral de proteção (50 metros contados a partir dos seus limites externos) ficam abrangidos pelas disposições legais em vigor, designadamente, os artigos 32.º, 34.º, 36.º, 37.º, 42.º, 43.º e 45.º da referida lei, e o n.º 2 do artigo 14.º e o artigo 51.º do referido decreto -lei.

4 — Nos termos do artigo 11.º do referido decreto-lei, os elementos relevantes do processo (fundamentação, despacho, planta do conjunto em vias de classificação e da respetiva zona geral de proteção) estão disponíveis nas páginas eletrónicas dos seguintes organismos:


b) Câmara Municipal do Barreiro, www.cm -barreiro.pt

5 — O interessado poderá reclamar ou interpor recurso hierárquico do ato que decide a abertura do procedimento de classificação, nos termos e condições estabelecidas no Código do Procedimento Administrativo, sem prejuízo da possibilidade de impugnação contenciosa.

5 de dezembro de 2017.-  A Diretora -Geral do Património Cultural, Paula Araújo da Silva.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Gentes e Memórias













Edição: Fundación Municipal de Cultura, Educación y Universidad Popular. Museo del Ferrocarril de Asturias - Gijón - 2011.

 Caminho de Ferro Gentes e Memórias

Imagem retirada de https://www.facebook.com/FilateliaCTT/photos/a.332815126890794.1073741827.329387597233547/882613331910968/?type=3&theater

Título:Caminho-de-Ferro: Gentes e Memórias
Coordenadora: Judith Borges
Edição: Clube do Colecionador dos Correios
Design:  Sofia Martins / Folk Design
Formato: 24,5 X 24,5 cm
Tiragem:4700
Nº de Páginas: 276
ISBN:978-972-8968-88-5




quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Paixão pelos comboios


Edição: PMCE ? - ? - S/D 
Numerado - (811/5)

Contos - Comboios
"
Tenho (creio não será excessivo exprimir-me desse jeito) uma paixão pelos comboios. Esta paixão não faz de mim um especialista; nem sequer, por irónico que se afigure, conheço mais de comboios, linhas férreas, horários, particularidades correlatas, que muitos que todavia não têm a pretensão, que eu tenho, de dizer: gosto de comboios. E porém é verdade. Eu gosto muito de comboios. A minha paixão pelos comboios, se é que não há uma ponta de exagero em expressar-me ...
Extraído do Livro "Contos" do escritor Armando Martins. Este livro foi editado em Dezembro de 2014 pela Chiado Editora. - ISBN: 9789895125197

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Queres vir ao Carnaval ?





Edição: CP Comboios de Portugal - ? - S/D

Deixe-se contagiar pela alegria, pela dança, e vá ao Carnaval de Ovar, Estarreja e V. N. de Famalicão!
11 e 13 de fevereiro

Nos dias 11 e 13 de fevereiro temos mais lugares e um bilhete especial, a 2 €, que poderá adquirir, no próprio dia, nas bilheteiras e nas máquinas de venda automática ou a bordo do comboio, apenas se os meios anteriores estiverem indisponíveis.

Este bilhete é válido por pessoa, para uma viagem de ida e volta entre qualquer estação da rede dos Comboios Urbanos do Porto. Carregamento no cartão Siga que tem o custo de 0,50 €, caso não o possua.

12 de fevereiro
Na noite de Carnaval de 12 e madrugada de 13 de fevereiro, temos uma oferta especial para o levar à animação da Noite Mágica em Ovar e Noite de Carnaval de Estarreja e da Noite de Carnaval em Famalicão, a 2 €.
Esta promoção é válida para compras antecipadas entre 7 e 11 de fevereiro, nas bilheteiras e nas máquinas de venda automática. Utilizações a partir das 12h de 12 de fevereiro e as 12h do dia 13.
Este bilhete é válido por pessoa, para uma viagem de ida e volta nos Comboios Urbanos do Porto, com destino às estações de Ovar, Estarreja ou V. N. de Famalicão. Carregamento no cartão Siga que tem o custo de 0,50 €, caso não o possua.
Antes de embarcar, não se esqueça de validar o seu bilhete.
Este bilhete não é reembolsável e o desconto não é acumulável com outras promoções em vigor.
Consulte mais informações sobre os eventos:



sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

A leveza do rinoceronte

Edição: Mira Forum - Porto - 2014

Rinoceronte
Os rinocerontes são grandes mamíferos perissodáctilos da família Rhinocerontidae, que ocorrem na África e na Ásia. Actualmente, existem cinco espécies distribuídas em quatro géneros. Wikipédia
Nome científico: Rhinocerotidae
Peso: Rinoceronte-branco: 2 300 kg, Rinoceronte-negro: 800 – 1 400 kg, Rinoceronte-indiano: 2 100 kg
Expectativa de Vida: Rinoceronte-branco: 40 – 50 anos, Rinoceronte-negro: 35 – 50 anos
Altura: Rinoceronte-branco: 1,7 – 1,8 m, Rinoceronte-negro: 1,3 – 1,8 m, Rinoceronte-indiano: 1,6 – 1,9 m
Comprimento: Rinoceronte-branco: 3,7 – 4 m, Rinoceronte-negro: 2,8 – 3,8 m, Rinoceronte-indiano: 3,7 – 3,8 m

informação recolhida em www.google.com em 07/02/18

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

A Invenção do Dia Claro



Edição: Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro - Lisboa? - S/D

"
VALOR DAS PALAVRAS
Ha palavras que fazem bater mais depressa o coração—todas as palavras—umas mais do que outras, qualquer mais do que todas. Conforme os logares e as posições das palavras. Segundo o lado d'onde se ouvem—do lado do Sol ou do lado onde não dá o Sol.
Cada palavra é um pedaço do universo. Um pedaço que faz falta ao universo. Todas as palavras juntas formam o Universo.
As palavras querem estar nos seus logares! "
Project Gutenberg's
 A Invenção do Dia Claro - José de Almada Negreiros - Editora Olisipo, 1921

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Porto Medieval






Edição: Arquivo Histórico Municipal do Porto - Porto - S/D

Maqueta interactiva do Porto Medieval

"
Descrição
 Maqueta interactiva do Porto Medieval à escala 1:500 e a três  dimensões, representando o que seria a forma física do burgo nos finais da Idade Média. Um painel de comando para consulta apresenta seis grandes temas sobre a cidade:

– Organização do espaço;
– Administração;
– Religião e Assistência;

– Habitação Senhorial e Burguesa;

– Vida Económica;

– Informações Diversas.



Estes temas estão desdobrados num total de 60 assuntos que poderão ser consultados através dum toque no respectivo botão. A resposta será fornecida através de feixes luminosos, por laser, acompanhados de um comentário à questão colocada. A maqueta tem forma rectangular e encontra-se protegida por uma vitrina.

Autor

Equipa pluridisciplinar
A coordenação dos trabalhos esteve a cargo do Arquivo Histórico Municipal do Porto. A equipa inicial foi formada por quatro medievalistas: Manuel Luís Real, Mário Jorge Barroca, Luís Miguel Duarte e Adelaide Milan Costa. A execução da maqueta ficou a cargo de João Barata Feio e Ricardo Barata Feio, acompanhados por uma equipa auxiliar. A maquete veio a ser aperfeiçoada em 1998/99. Colaboraram nesta actualização Rute Reimão e José Ferrão Afonso, com o apoio gráfico de Manuel Araújo e Luís Aguiar Branco.

Proveniência

Produção da Câmara Municipal do Porto

Materiais

Madeira (tola), pluretano, resina de poliester e acrílico
Sobre uma base de madeira (tola), aligeirada por uma estrutura em favos, foram coladas placas de espuma de alta densidade (pluretano), a partir das quais se modelou o relevo citadino.
Os acabamentos incluíram pintura da resina de poliéster e dos acrílicos, colagem de grânulos coloridos, colocação de vedações, implantação das árvores, individualização das calçadas, aplicação das peças de “mobiliário” urbano, etc.

Função

– Desempenhar um papel cultural específico chamando à atenção para temas relacionados com a História do Porto;
– Complementar os objectivos definidos nos currículos escolares;
– Responder a questões ligadas com a compreensão do espaço e o tempo na evolução da cidade do Porto.

Núcleo Medieval

Data

1994

Medidas

Altura: 4 m
Largura: 2 m

Técnicas

O decalque das curvas de nível e dos principais edifícios foi feito através de uma planta em papel de engenharia, reduzida para a escala 1:500 (escala 1:1 em relação à maqueta). O desenho foi depois avivado e colorido, seguindo-se a execução dos entalhes e das moldagens (em resina de poliéster), necessários para representar a topografia urbana e a paisagem natural. Os edifícios e demais estrutura foram desenhados em computador, que produziu à escala todos os componentes em acrílico, a partir dos quais se montaram as arquitecturas e a malha urbana do burgo.
A destacar
Destaca-se a pesquisa interactiva; a audição de informações seleccionados no painel do comando; a visualização através de feixes luminosos, por laser, dos locais consultados; e a reconstituição do velho burgo portuense à escala 1: 500 e a três dimensões. "


Transcrito de http://cct.portodigital.pt/gen.pl?p=peca&op=bipeca&sid=cct.sections/11111051&fokey=cct.museus/18&pecaid=cct.pecas/1800001  em 05-02-2018